Na sessão da Câmara de Palmares do Sul de segunda-feira, 21 de agosto, o vereador Gilmar Souza (PDT) manifestou-se duas vezes, com relação às emendas para pavimentação de ruas na Sede e sobre o novo empréstimo que a Prefeitura pretende contrair.
No espaço do Grande Expediente, Gilmar relatou sobre o projeto de lei nº 049/2017, que foi aprovado, para pavimentação das ruas João Cardoso de Souza, Antônio Azevedo Pereira e Adão Santana; com verbas oriundas de emendas parlamentares do Partido dos Trabalhadores no valor de R$ 541 mil. “A gente sabe o quanto é difícil vir emendas para nosso Município e lutamos para conquistar; Palmares tem ajuda de vários partidos, assim como o meu já conseguiu. Essas são de 2015 e quero parabenizar ao prefeito e ao Município pelas ruas contempladas. Com um pouco aqui, outro ali, buscando alternativas, nosso município assim logo estará pavimentado e consequentemente vai crescendo”, comentou Gilmar.
Na Ordem do Dia, o vereador pediu a palavra para discutir sobre o projeto de lei nº 050/2017 que “autoriza o Poder Executivo a contratar operação de crédito com o Banco do Brasil S.A.”, no valor de aproximadamente R$ 2 milhões, para aquisição de veículos e máquinas, como ambulâncias, micro-ônibus, bob-cat, tratores, pranchas, roçadeiras articuladas, entre outros. “Este projeto ingressa hoje, onde o Executivo pede autorização para fazer um financiamento. Diante disso, fui até o Banco do Brasil conversar com o gerente e pedir uma explicação de como funcionaria; porque há pouco votamos um projeto de empréstimo de R$ 1,5 milhão no Badesul, que foi derrotado pela Casa mas sancionado pelo prefeito; então será utilizado. Esse é outro projeto que chega, e nossa preocupação é se o Município tem condições de pagar ou não. Todo crédito, todo financiamento é bom; mas temos que ter certeza se teremos condições de pagar para não se atrapalhar lá na frente. Esse projeto tem seis meses de carência para começar a pagar (o do Badesul é um ano), a diferença é que o Município cadastra uma conta no banco e todos os meses, ou de tempos em tempos, vem verbas federais que caem nessa conta e o banco tira a parcela. Agora resta saber se realmente está entrando essas verbas. O projeto é bom mas temos essa preocupação de como o Município vai pagar. Não adianta pegar o empréstimo e não vir as verbas e ser necessário tirar dinheiro dos cofres públicos, que já estão rapados, para quitar. Vamos analisar bem, pedir informação ao Executivo sobre as entradas de verbas federais e o valor da parcela, para ver se terá condições de pagar. Se não tiver, não é viável o empréstimo”, enfatizou o vereador.
